terça-feira, 1 de maio de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Gente lamentável.
Puta merda, quando eu acho que a Missionária Amanda é o ser mais desprezível que eu conheço, eu conheço Silas Malafaia.
Quando eu acho que Silas Malafaia é o ser mais desprezível que eu conheço, eu conheço o Valdemiro.
Quando eu penso que Valdemiro é o ser mais desprezível que eu conheço, eu conheço o Casal Garotinho.
Quando eu penso que o casal Garotinho são os seres mais desprezíveis que eu conheço, eu conheço um papa que senta em cadeirinha de ouro.
Quando eu penso que o papa é o ser mais desprezível que eu conheço, eu conheço o César Peixoto que atrai multidões com a promessa de "Lipoaspiração Divina".
Meus Deus tenha misericórdia da raça humana. Lipoaspiração divina? É mais sensato ser seguidor do Inri Cristo.
Quando eu acho que Silas Malafaia é o ser mais desprezível que eu conheço, eu conheço o Valdemiro.
Quando eu penso que Valdemiro é o ser mais desprezível que eu conheço, eu conheço o Casal Garotinho.
Quando eu penso que o casal Garotinho são os seres mais desprezíveis que eu conheço, eu conheço um papa que senta em cadeirinha de ouro.
Quando eu penso que o papa é o ser mais desprezível que eu conheço, eu conheço o César Peixoto que atrai multidões com a promessa de "Lipoaspiração Divina".
Meus Deus tenha misericórdia da raça humana. Lipoaspiração divina? É mais sensato ser seguidor do Inri Cristo.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Criação
Para todos os que querem entender um pouco melhor sobre a criação do universo. Espero que, com esse vídeo, abram suas mentes. Não dá pra acreditar em algo ignorando todas as provas. Eu creio em Deus, creio no Deus que criou as leis do universo, mas temos que ser críticos e tirarmos nossas próprias conclusões. Não dá pra acreditar em 80% do que falam na igreja, mas também acho a conclusão desse vídeo precipitada demais. Bom, de qualquer forma, tirem suas conclusões. Não tenham preguiça de ver os vídeos, eles são bem rápidos, e saiam de sua inércia mental. Temos um universo para descobrir.
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Parte 4:
Parte 5:
Parte 6 - Final:
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Parte 4:
Parte 5:
Parte 6 - Final:
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Chão de Giz
Depois de séculos com a promessa de atualizar constantemente o blog, decidi, mais uma vez, que não irei abandoná-lo. E colocarei aqui uma interpretação da letra "Chão de Giz" de Zé Ramalho. Esse texto não é de autoria minha, mas também não sei quem é o autor, logo não irei citá-lo. Espero que gostem. Eu amei.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Zé teve, em sua juventude, um caso duradouro com uma mulher casada, bem mais velha, da alta sociedade de João Pessoa, na Paraíba. Ambos se conheceram num Carnaval.
Ele se apaixonou perdidamente por esta mulher, só que ela era casada com uma pessoa influente da sociedade, e nunca iria largar toda aquela vida por um "garoto pé rapado" que ela apenas "usava" para transar gostoso.
Assim, o caso, que tomava proporções grandes, foi terminado. o Zé ficou arrasado por meses, e chegou a mudar de bairro, pois morava próximo a ela. E, nesse período de sofrimento, compôs a canção. Conhecendo a história, você consegue perceber a explicação para cada frase da música, que passo a transcrever:
Entendendo a letra:
"Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz"
Um de seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz também indica a fugacidade do relacionamento, facilmente apagável (mas não para ele...)
"Há meros devaneios tolos a me torturar"
Devaneios, viagens, a lembrança dela a torturá-lo.
"Fotografias recortadas de jornais de folhas... amiúde"
Outro hábito seu era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais - lembre-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.
"Eu vou te jogar num pano de guardar confetes"
Pano de guardar confetes são aqueles balaios ou sacos típico das costureiras do nordeste, onde elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, ele diz que vai jogar as fotos dela fora num pano de guardar confetes, para não mais ficar olhando-as.
"Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão vizir"
Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil pois ela é casada com o tal figurão rico (o Grão Vizir)
"Há tantas violetas velhas sem um colibri"
Aqui ele pega pesado com ela... há tantas violetas velhas (como ela, bela, mas velha) sem um colibri (jovem pássaro que a admire). Aqui ele tenta novamente convencê-la simbolicamente, destacando a sorte dela - violeta velha - poder ter um colibri, e rejeitá-lo.
" Queria usar quem sabe uma camisa de força ou de Vênus"
Bem, aqui é a clara dualidade do sentimento dele. Ao mesmo tempo em que quer usar uma camisa de força, para manter-se distante dela e não sofrer mais, queria também usar uma camisa de Vênus, para transar com ela.
"Mas não vão gozar de nós apenas um cigarro"
Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para "gozar o tempo de um cigarro". Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro (também representativo como o sexo, pois é hábito se fumar um cigarro após o mesmo).
"Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom"
Para que beijá-la, "gastando o seu batom"
(o seu amor), se ela quer apenas o sexo?
"Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez"
Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é inútil tentar. Mas, apaixonado como está, vai novamente "à lona" - expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas que também significa a lona do caminhão com o qual ele foi embora - lembre-se que ele teve que se mudar de sua residência para "fugir" desse amor doentio
"Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar"
Auto-explicativo, né?! Esse amor que, para sempre, irá acorrentá-lo, amor inesquecível.
"Meus vinte anos de boy, "that's over, baby" , Freud explica"
Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse (complexo de Édipo, talvez?).
Em todo caso, "that´s over, baby", ou seja, está tudo acabado.
"Não vou me sujar fumando apenas um cigarro"
Ele não vai se sujar transando apenas mais uma vez com ela, sabendo que nunca passará disso
"Quanto ao pano dos confetes já passou meu carnaval"
Lembrem-se, eles se conheceram num carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que ele iria jogar num pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que agora já passou seu carnaval, ou seja, terminou, passou o momento.
"E isso explica porque o sexo é assunto popular"
Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois só ele é valorizado - uma constatação amarga para ele, nesse caso.
Há quem veja também aqui uma referência do sexo a ela através do termo "popular", que se referiria ao jornal (populares), e ela sempre estava nos jornais, ele sempre a via neles.
"No mais estou indo embora"
Bem, aqui é o fechamento. Após sofrer tanto e depois desabafar, dizendo tudo que pensa a ela na canção, só resta-lhe ir embora.
Letra:
Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre
Um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes...
Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus
Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom...
Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Prá sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy"
That's over, baby!
Freud explica...
Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular...
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!...
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Depois dessa obra de arte, como não tenho palavras, irei me despedir apenas com a promessa de que, dessa vez, não abandonarei o blog novamente. Abraços e beijos.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Zé teve, em sua juventude, um caso duradouro com uma mulher casada, bem mais velha, da alta sociedade de João Pessoa, na Paraíba. Ambos se conheceram num Carnaval.
Ele se apaixonou perdidamente por esta mulher, só que ela era casada com uma pessoa influente da sociedade, e nunca iria largar toda aquela vida por um "garoto pé rapado" que ela apenas "usava" para transar gostoso.
Assim, o caso, que tomava proporções grandes, foi terminado. o Zé ficou arrasado por meses, e chegou a mudar de bairro, pois morava próximo a ela. E, nesse período de sofrimento, compôs a canção. Conhecendo a história, você consegue perceber a explicação para cada frase da música, que passo a transcrever:
Entendendo a letra:
"Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz"
Um de seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz também indica a fugacidade do relacionamento, facilmente apagável (mas não para ele...)
"Há meros devaneios tolos a me torturar"
Devaneios, viagens, a lembrança dela a torturá-lo.
"Fotografias recortadas de jornais de folhas... amiúde"
Outro hábito seu era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais - lembre-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.
"Eu vou te jogar num pano de guardar confetes"
Pano de guardar confetes são aqueles balaios ou sacos típico das costureiras do nordeste, onde elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, ele diz que vai jogar as fotos dela fora num pano de guardar confetes, para não mais ficar olhando-as.
"Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão vizir"
Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil pois ela é casada com o tal figurão rico (o Grão Vizir)
"Há tantas violetas velhas sem um colibri"
Aqui ele pega pesado com ela... há tantas violetas velhas (como ela, bela, mas velha) sem um colibri (jovem pássaro que a admire). Aqui ele tenta novamente convencê-la simbolicamente, destacando a sorte dela - violeta velha - poder ter um colibri, e rejeitá-lo.
" Queria usar quem sabe uma camisa de força ou de Vênus"
Bem, aqui é a clara dualidade do sentimento dele. Ao mesmo tempo em que quer usar uma camisa de força, para manter-se distante dela e não sofrer mais, queria também usar uma camisa de Vênus, para transar com ela.
"Mas não vão gozar de nós apenas um cigarro"
Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para "gozar o tempo de um cigarro". Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro (também representativo como o sexo, pois é hábito se fumar um cigarro após o mesmo).
"Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom"
Para que beijá-la, "gastando o seu batom"
(o seu amor), se ela quer apenas o sexo?
"Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez"
Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é inútil tentar. Mas, apaixonado como está, vai novamente "à lona" - expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas que também significa a lona do caminhão com o qual ele foi embora - lembre-se que ele teve que se mudar de sua residência para "fugir" desse amor doentio
"Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar"
Auto-explicativo, né?! Esse amor que, para sempre, irá acorrentá-lo, amor inesquecível.
"Meus vinte anos de boy, "that's over, baby" , Freud explica"
Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse (complexo de Édipo, talvez?).
Em todo caso, "that´s over, baby", ou seja, está tudo acabado.
"Não vou me sujar fumando apenas um cigarro"
Ele não vai se sujar transando apenas mais uma vez com ela, sabendo que nunca passará disso
"Quanto ao pano dos confetes já passou meu carnaval"
Lembrem-se, eles se conheceram num carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que ele iria jogar num pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que agora já passou seu carnaval, ou seja, terminou, passou o momento.
"E isso explica porque o sexo é assunto popular"
Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois só ele é valorizado - uma constatação amarga para ele, nesse caso.
Há quem veja também aqui uma referência do sexo a ela através do termo "popular", que se referiria ao jornal (populares), e ela sempre estava nos jornais, ele sempre a via neles.
"No mais estou indo embora"
Bem, aqui é o fechamento. Após sofrer tanto e depois desabafar, dizendo tudo que pensa a ela na canção, só resta-lhe ir embora.
Letra:
Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre
Um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes...
Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus
Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom...
Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Prá sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy"
That's over, baby!
Freud explica...
Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular...
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!...
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Depois dessa obra de arte, como não tenho palavras, irei me despedir apenas com a promessa de que, dessa vez, não abandonarei o blog novamente. Abraços e beijos.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O tempo
Saudade do tempo em que o tempo era absoluto, nesse tempo sobrava tempo pra me divertir.
Saudade do tempo em que eu achava que a variância do tempo era apenas psicológica, e sua única dependência era o estado de felicidade ou tédio.
Mas o tempo passou e hoje sei que o tempo varia com várias outras coisas, menos com meu “estado de espírito”.
Faço conta para entender um tempo que não é o tempo em que eu vivo, mas também não é passado e nem futuro, um tempo que não se explica apenas com palavras, um tempo que gasta o meu tempo.
Saudade do tempo em que o tempo me deixava ter tempo de atualizar meu blog.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Pensar construtivamente.
Penso logo existo.
Penso por pensar logo existo por existir.
Penso inutilmente logo sou um inútil.
Penso bem logo existo melhor.
Se penso o pensar e não sei aplicar o que penso em algo produtivo, penso por quê?
Penso apenas porque existo.
Se consigo aplicar o que penso no mundo real logo penso de forma coerente.
Se minhas obras são boas logo meus pensamentos são bons.
Se aquilo que construo é útil logo meus pensamentos são úteis.
Penso por pensar logo existo por existir.
Penso inutilmente logo sou um inútil.
Penso bem logo existo melhor.
Se penso o pensar e não sei aplicar o que penso em algo produtivo, penso por quê?
Penso apenas porque existo.
Se consigo aplicar o que penso no mundo real logo penso de forma coerente.
Se minhas obras são boas logo meus pensamentos são bons.
Se aquilo que construo é útil logo meus pensamentos são úteis.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Vítima de uma visão preconceituosa
Já tem algum tempo que eu ando querendo escrever um texto falando um pouco sobre a polícia e o preconceito que a sociedade em geral tem sobre ela. E ainda continuo querendo escrever. Algum dia desses, eu prometo que irei cumprir a minha promessa. De qualquer forma, enquanto isso não acontece, escreverei um pequeno texto de um livro, que de alguma forma se aproxima com o que eu gostaria de escrever.
“Juro, pela minha honra, que envidarei todos meus esforços no cumprimento dos deveres do Policial Federal, exercendo minha função com probidade e denodo e se necessário, com o sacrifício da própria vida.” (Juramento do Policia Federal).
“Por que grande parte da sociedade, entretanto, não consegue enxergar o policial dessa forma, como ele deve ser concebido? Será uma dislexia? Será uma maneira viciada de observar ou será que os policiais se perderam em seu juramento? Talvez um pouco de ambos. Cremos que, levada por ranço da ditadura militar, na qual a polícia foi utilizada pelos ditadores no comando para, muitas vezes, executar o “serviço sujo”, a sociedade nos trata com preconceito e prefere ouvir qualquer “parasita do caos”, em vez de confiar sua segurança a quem foi treinado para tal. A situação é agravada quando aliamos a isso o fato de no Brasil a segurança pública não ser um assunto levado a sério por muitos governantes, sendo tratada por qualquer aproveitador que se imbui da postura de estudioso a cada movimento errado dos órgãos de polícia, a cada “Ônibus 174”, a cada caso “Adriana Caringe”. São oportunistas que nada fazem para melhorar a situação, para reverter os quadros. Mas reverter para quê? Esses “ólogos” de plantão estão somente aguardando a próxima tragédia para se revestirem de todo o conhecimento teórico e retórica que maquiam suas personalidades fracas e covardes, para serem vistos como doutos analistas desse complexo problema social tratado como brincadeira por nossas autoridades e, porque não dizer, por nossa sociedade.”
Esse trecho acima foi tirado do livro “COT (Charlie.Oscar.Tango) – Por dentro do grupo de operações especiais da Polícia Federal”.
“Juro, pela minha honra, que envidarei todos meus esforços no cumprimento dos deveres do Policial Federal, exercendo minha função com probidade e denodo e se necessário, com o sacrifício da própria vida.” (Juramento do Policia Federal).
“Por que grande parte da sociedade, entretanto, não consegue enxergar o policial dessa forma, como ele deve ser concebido? Será uma dislexia? Será uma maneira viciada de observar ou será que os policiais se perderam em seu juramento? Talvez um pouco de ambos. Cremos que, levada por ranço da ditadura militar, na qual a polícia foi utilizada pelos ditadores no comando para, muitas vezes, executar o “serviço sujo”, a sociedade nos trata com preconceito e prefere ouvir qualquer “parasita do caos”, em vez de confiar sua segurança a quem foi treinado para tal. A situação é agravada quando aliamos a isso o fato de no Brasil a segurança pública não ser um assunto levado a sério por muitos governantes, sendo tratada por qualquer aproveitador que se imbui da postura de estudioso a cada movimento errado dos órgãos de polícia, a cada “Ônibus 174”, a cada caso “Adriana Caringe”. São oportunistas que nada fazem para melhorar a situação, para reverter os quadros. Mas reverter para quê? Esses “ólogos” de plantão estão somente aguardando a próxima tragédia para se revestirem de todo o conhecimento teórico e retórica que maquiam suas personalidades fracas e covardes, para serem vistos como doutos analistas desse complexo problema social tratado como brincadeira por nossas autoridades e, porque não dizer, por nossa sociedade.”
Esse trecho acima foi tirado do livro “COT (Charlie.Oscar.Tango) – Por dentro do grupo de operações especiais da Polícia Federal”.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Cidade maravilhosa
Aqui chove, chove e chove.
E não tem aula, não tem nada.
Ah essa cidade maravilhosa.
Que merda.
E não tem aula, não tem nada.
Ah essa cidade maravilhosa.
Que merda.
terça-feira, 30 de março de 2010
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
E se nada for como deveria ser?
Já parou pra pensar em como seria a sua vida se tudo o que você aprendeu sobre história fosse mentira? Talvez você me diga que não liga muito pra história e que isso não faria a menor diferença em sua vida, mas certamente faria diferença sim.
Imagina descobrir coisas como, por exemplo, a existência de escravos que serviam como escravos ao quilombo em Palmares. Isso seria estranho. A sociedade de Palmares não era aquela que protegiam os negros e os libertavam?
Já imaginou se o povo português ao colonizar o Brasil ensinou o índio como cuidar da natureza sem destruí-la? Isso também seria muito estranho. Segundo a história clássica os índios viviam em paz e em harmonia com a natureza, foi o “homem branco” quem veio aqui para explorar e exportar o pau-brasil destruindo a natureza.
Seria mesmo Santos Dumont o primeiro a inventar o avião? Nós brasileiros sempre aprendemos que sim.
Essas pequenas coisas são intrigantes. Ainda mais quando pensamos em coisas como, por exemplo:
1 – Ao chegarem ao Brasil em suas caravanas os portugueses eram, em termos de quantidades, menores que os índios. E vale a pena lembrar, que o armamento de fogo o qual eles possuíam não eram fuzis AK-47 e AR-15. Não dava pra invadir o território brasileiro de caça F-16. Sendo assim, será que a vitória brasileira se deve apenas à violência e tortura sobre os pobres indiozinhos? Ou será que eles eram, de alguma forma, coniventes com isso? Talvez uma proposta de ajuda vinda de um “homem branco” para derrotar os índios de tribos inimigas fosse um bom acordo.
2- Bem antes de invadir o Brasil (1500) os portugueses já tinham um ensaio de leis de proteção à natureza, ao contrário dos índios. Em 1605 foi estipulada, pelos portugueses, cotas no corte de pau-brasil. Será que o português eram os que destruíam a natureza?
3 – Aprendemos que os negros no Brasil eram escravos e ponto, talvez eles conseguissem comprar uma carta de alforria depois. Não é curioso que, em um país como esse, o rei nigeriano Kosoko tenha mandado seus três filhos fazerem uma viagem à Bahia? Nem eles nem muitos outros negros eram escravos, por quê? Se os portugueses iam à África e falavam aos africanos que iriam dar uma vida melhor quando chegassem ao Brasil e chagando aqui eles viravam escravos. Dá pra entender o porquê de negros estarem aqui de viagem e não serem capturados? Qual era o critério usado para fazer de alguém um escravo?
4- Existiam negros africanos que exportavam escravos para o Brasil. Negros que tinham escravos negros. Talvez no Brasil negros teriam escravos negros também.
5- Se Santos Dumont foi o pai da aviação, por que muitos países não aceitam isso como verdade? Uma história de tanto tempo iria influência muito na política atual e, por isso, existe um interesse político forte a ponto de se sustentar essa mentira por tanto tempo?
É história é coisa de doido. Por isso eu faço física.
Obs: eu escrevi isso correndo e não reli nada. Me perdoem prováveis erros de português.
Imagina descobrir coisas como, por exemplo, a existência de escravos que serviam como escravos ao quilombo em Palmares. Isso seria estranho. A sociedade de Palmares não era aquela que protegiam os negros e os libertavam?
Já imaginou se o povo português ao colonizar o Brasil ensinou o índio como cuidar da natureza sem destruí-la? Isso também seria muito estranho. Segundo a história clássica os índios viviam em paz e em harmonia com a natureza, foi o “homem branco” quem veio aqui para explorar e exportar o pau-brasil destruindo a natureza.
Seria mesmo Santos Dumont o primeiro a inventar o avião? Nós brasileiros sempre aprendemos que sim.
Essas pequenas coisas são intrigantes. Ainda mais quando pensamos em coisas como, por exemplo:
1 – Ao chegarem ao Brasil em suas caravanas os portugueses eram, em termos de quantidades, menores que os índios. E vale a pena lembrar, que o armamento de fogo o qual eles possuíam não eram fuzis AK-47 e AR-15. Não dava pra invadir o território brasileiro de caça F-16. Sendo assim, será que a vitória brasileira se deve apenas à violência e tortura sobre os pobres indiozinhos? Ou será que eles eram, de alguma forma, coniventes com isso? Talvez uma proposta de ajuda vinda de um “homem branco” para derrotar os índios de tribos inimigas fosse um bom acordo.
2- Bem antes de invadir o Brasil (1500) os portugueses já tinham um ensaio de leis de proteção à natureza, ao contrário dos índios. Em 1605 foi estipulada, pelos portugueses, cotas no corte de pau-brasil. Será que o português eram os que destruíam a natureza?
3 – Aprendemos que os negros no Brasil eram escravos e ponto, talvez eles conseguissem comprar uma carta de alforria depois. Não é curioso que, em um país como esse, o rei nigeriano Kosoko tenha mandado seus três filhos fazerem uma viagem à Bahia? Nem eles nem muitos outros negros eram escravos, por quê? Se os portugueses iam à África e falavam aos africanos que iriam dar uma vida melhor quando chegassem ao Brasil e chagando aqui eles viravam escravos. Dá pra entender o porquê de negros estarem aqui de viagem e não serem capturados? Qual era o critério usado para fazer de alguém um escravo?
4- Existiam negros africanos que exportavam escravos para o Brasil. Negros que tinham escravos negros. Talvez no Brasil negros teriam escravos negros também.
5- Se Santos Dumont foi o pai da aviação, por que muitos países não aceitam isso como verdade? Uma história de tanto tempo iria influência muito na política atual e, por isso, existe um interesse político forte a ponto de se sustentar essa mentira por tanto tempo?
É história é coisa de doido. Por isso eu faço física.
Obs: eu escrevi isso correndo e não reli nada. Me perdoem prováveis erros de português.
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Português é chato.
Encantados , os turistas desceram a terra .
Os astronautas regressaram à Terra .
Olha que coisa inútil:
Na primeira frase não se usa a crase, porque a palavra terra se refere ao chão.
Na segunda frase a crase antecede a mesma palavra terra, porque ela está relacionada à terra como um planeta.
Os astronautas regressaram à Terra .
Olha que coisa inútil:
Na primeira frase não se usa a crase, porque a palavra terra se refere ao chão.
Na segunda frase a crase antecede a mesma palavra terra, porque ela está relacionada à terra como um planeta.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Perdão
Bom como todos sabem eu estou na faculdade, e infelizmente eu não tenho mais ninguém pra escrever no blog comigo. Sendo assim eu acabo demorando séculos pra poder postar alguma coisa nova aqui. Lamento muito, assim que eu conseguir um tempo vou postar um texto novo. Abraço.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Engenharia nuclear
A UFRJ abre para o primeiro semestre de 2010 o curso de graduação em engenharia nuclear. O curso será o primeiro no país, e terá 20 vagas para o processo seletivo externo e 30 vagas para os alunos do curso de engenharia básica da UFRJ.
Maiores informações aqui
Maiores informações aqui
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Representando minha turma.
Esses dias eu estava pensando em como as pessoas são manipuladas facilmente, fiquei tentando encontrar o porquê disso, foi quando pensei na velha teoria da falta de instrução, mas logo me lembrei dos ditos cultos, e sinceramente vi neles pessoas ainda mais manipuladas, são pessoas que vivem em um mundo teórico imaginário dentro de seus livros e longe da realidade, no geral são todos iguais, todos odeiam a polícia, todos são levemente de esquerda, todos defendem a melhoria dos direitos humanos, todos falam que a grande massa é manipulada, todos pensam que não são manipulados facilmente, enfim, são todos iguais, moldados da mesma forma, manipulados pelos mesmos pensadores. São graças a essas pessoas que a país está assim, a corrupção aumenta, porque um policial tem que dar a vida por alguns trocados, não podem atirar e matar um bandido porque a vida do bandido acaba valendo mais do que a dele, é por isso que temos casos como o da menina Eloá, onde policiais ao tentar preservar a vida de um bandido destruíram a de uma inocente, antigamente a morte de um policial era capa de jornal, hoje em dia é uma matéria pequena em algum canto qualquer. A criação de leis utópicas e extremamente exageradas apenas aumenta a corrupção, sinceramente, é claro que nenhum policial vai fazer a covardia de prender algum motorista que tenha bebido dois chopinhos, ele apenas vai tirar um trocado.
Mas a intenção desse texto não é falar nem da policia, nem da sociedade, nem das pessoas cultas ou manipuladas, apesar da vontade de falar dessas coisas seja grande, e facilmente falaria sobre ambos os temas citados. O que vim reclamar aqui é de um “direito” que os concursados têm, defendido pelos grandes estudiosos teóricos (por isso fiz a introdução toda), à uma boa justificativa para ser demitido. Teoricamente isso é lindo, como qualquer idéia teórica, entretanto, na prática os concursados nunca são demitidos, mesmo com alguns não trabalhando direito.
Não se espantem a história que eu vou contar agora é real.
Eu estudo no IFF (antigo CEFET) a alguns bons anos, o curso técnico que eu faço (automação industrial) é simplesmente o curso de mais difícil acesso (mais difícil até que a engenharia, pois são apenas sete vagas), estudei o meu segundo ano do ensino médio para poder tentar conseguir uma das sete maiores médias da escola, quando estava cursando o terceiro ano finalmente consegui entrar no técnico (terceiro ano tem preferência). Percebi que poucos professores gostavam de dar aula de fato, e que muitos matavam aula, e quando iam não explicavam direito e tal. Muitas vezes reclamei dos meus professores na coordenação, e enjoei de ouvir a mesma resposta “não posso fazer nada, ele é concursado, não podemos tirar ele”. O professor que me inspirou a escrever esse texto se chama Érico, tive aula com ele no segundo módulo e agora no ultimo, nesse módulo ele simplesmente faltou os primeiros quase dois meses, com atestado médico, porque estava com um furúnculo na perna, isso mesmo um furúnculo na perna o impedia de dar aula, mas isso já passou, hoje em dia ele falta uma a cada duas aulas e meia, quando vai fica sentado na mesa mexendo no seu notebook durante uma hora e meia sem falar nada com ninguém, quando são cerca de 8:30 (a aula acabaria às 11 horas) ele inacreditavelmente avisa que é pra fazer um trabalho (que ele nem deve ler) e libera a turma. Até hoje ele nunca me ensinou nada, e isso não é exagero porque a rotina é sempre a mesma, todo dia ele espera no notebook e passa um trabalho diferente sem jamais explicar qualquer matéria à turma.
Parabéns professor, você é um grande exemplo de uma pessoa vencedora que conseguiu passar no concurso, não gostar de dar aula é apenas um detalhe que de forma alguma vai tirar seu mérito.
Mas a intenção desse texto não é falar nem da policia, nem da sociedade, nem das pessoas cultas ou manipuladas, apesar da vontade de falar dessas coisas seja grande, e facilmente falaria sobre ambos os temas citados. O que vim reclamar aqui é de um “direito” que os concursados têm, defendido pelos grandes estudiosos teóricos (por isso fiz a introdução toda), à uma boa justificativa para ser demitido. Teoricamente isso é lindo, como qualquer idéia teórica, entretanto, na prática os concursados nunca são demitidos, mesmo com alguns não trabalhando direito.
Não se espantem a história que eu vou contar agora é real.
Eu estudo no IFF (antigo CEFET) a alguns bons anos, o curso técnico que eu faço (automação industrial) é simplesmente o curso de mais difícil acesso (mais difícil até que a engenharia, pois são apenas sete vagas), estudei o meu segundo ano do ensino médio para poder tentar conseguir uma das sete maiores médias da escola, quando estava cursando o terceiro ano finalmente consegui entrar no técnico (terceiro ano tem preferência). Percebi que poucos professores gostavam de dar aula de fato, e que muitos matavam aula, e quando iam não explicavam direito e tal. Muitas vezes reclamei dos meus professores na coordenação, e enjoei de ouvir a mesma resposta “não posso fazer nada, ele é concursado, não podemos tirar ele”. O professor que me inspirou a escrever esse texto se chama Érico, tive aula com ele no segundo módulo e agora no ultimo, nesse módulo ele simplesmente faltou os primeiros quase dois meses, com atestado médico, porque estava com um furúnculo na perna, isso mesmo um furúnculo na perna o impedia de dar aula, mas isso já passou, hoje em dia ele falta uma a cada duas aulas e meia, quando vai fica sentado na mesa mexendo no seu notebook durante uma hora e meia sem falar nada com ninguém, quando são cerca de 8:30 (a aula acabaria às 11 horas) ele inacreditavelmente avisa que é pra fazer um trabalho (que ele nem deve ler) e libera a turma. Até hoje ele nunca me ensinou nada, e isso não é exagero porque a rotina é sempre a mesma, todo dia ele espera no notebook e passa um trabalho diferente sem jamais explicar qualquer matéria à turma.
Parabéns professor, você é um grande exemplo de uma pessoa vencedora que conseguiu passar no concurso, não gostar de dar aula é apenas um detalhe que de forma alguma vai tirar seu mérito.
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sábado, 13 de junho de 2009
E nessa segunda, no palácio da cultura!
Nessa segunda-feira às 19 horas haverá um evento no palácio da cultura sobre mitologias, o evento me pareceu bacana e a entrada é franca. Desculpem-me pela falta de maiores informações, mas eu tentei encontrar algo sobre isso na internet e a única coisa a qual encontrei foi uma grande dúvida, “será que eu sou muito burro e não entendo nada de internet, ou o site da prefeitura é uma merda mesmo?”.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Rede Blog
O que está faltando em Campos para que ela seja uma cidade melhor?
Assim como as demais cidades do Brasil, Campos é uma cidade cheia de problemas. Apontar uma solução utópica para um problema específico seria cometer a ignorância de menosprezar os demais problemas, entretanto, se eu decidice apontar soluções para todos os problemas pelos quais Campos passa, perderia toda a minha noite escrevendo e ainda assim estaria incompleto meu texto. Diante desse dilema decidi falar apenas de uma coisa, um detalhe que me atormenta muito. Para que Campos se torne um lugar melhor para viver os cidadões de Campos precisam aprender a respeitar o proximo,não jogar lixo no chão, não vender o seu voto, perceber que não existem apenas dois candidatos, dar chance a um desconhecido ou até votar em branco é melhor do que votar em um corrupto. Melhorando a população melhoraremos os políticos e faremos de nossa cidade uma cidade melhor com pessoas melhores.
Assim como as demais cidades do Brasil, Campos é uma cidade cheia de problemas. Apontar uma solução utópica para um problema específico seria cometer a ignorância de menosprezar os demais problemas, entretanto, se eu decidice apontar soluções para todos os problemas pelos quais Campos passa, perderia toda a minha noite escrevendo e ainda assim estaria incompleto meu texto. Diante desse dilema decidi falar apenas de uma coisa, um detalhe que me atormenta muito. Para que Campos se torne um lugar melhor para viver os cidadões de Campos precisam aprender a respeitar o proximo,não jogar lixo no chão, não vender o seu voto, perceber que não existem apenas dois candidatos, dar chance a um desconhecido ou até votar em branco é melhor do que votar em um corrupto. Melhorando a população melhoraremos os políticos e faremos de nossa cidade uma cidade melhor com pessoas melhores.
domingo, 12 de abril de 2009
Aloísio Teixeira e o prefeito Eduardo Paes

Nesse ultimo dia 7, o reitor Aloísio Teixeira (UFRJ) e o prefeito Eduardo Paes se reunirão na sede da prefeitura. O assunto em destaque foi uma possível parceria para a implantação do Magley-Cobra.
O Magley-Cobra é um trem de levitação magnética projetado por engenheiros do Instituto Luiz Alberto Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de engenharia da UFRJ.
O projeto já conta com R$ 5 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para a construção de um protótipo que circule dentro da Cidade Universitária, mas aguarda outras parcerias para a realização do trajeto entre os aeroportos Tom Jobim/Galeão e o Santos Dumont (aproximadamente 15 Km).
Ver matéria completa Aqui.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Projeto Campos contra a crise.
Estava eu andando pelas ruas esburacadas do centro da cidade, nas quais o trânsito infernal leva os motoristas, ciclistas e pedestres à insanidade temporária, quando me peguei refletindo (pela milésima vez) sobre o porquê que uma cidade como Campos tão beneficiada pelos royalties de petróleo ainda possui ruas, no centro da cidade, em um estado tão lamentável.
A primeira coisa que veio em minha mente foi: “Bando de filhos da puta que roubam o dinheiro todo e fodem com a porra cidade” (perdoem o vocabulário, mas quis reproduzir exatamente o que eu pensei), mas é claro que após algum tempo pensei em uma segunda hipótese, a mais provável, tão provável que quase a tomo como verdade absoluta, a hipótese de que a prefeitura de Campos em tempos de crise mundial decidiu fazer de conta que não sabe sobre o estado deplorável das ruas (que são esburacadas por construtoras e levam anos para serem reparadas, e quando são, nos deparamos com aquelas emendas mal feitas que fazem com que o asfalto pareça com uma rua de paralelepípedo). Isso soa de forma revoltante, entretanto, a nossa revolta logo acaba quando percebemos que isso foi uma estratégia brilhante para impulsionar as empresas relacionadas a automóveis, parem pra pensar no quanto lucra uma empresa de suspensão de automóveis por exemplo.
Pelo visto essa idéia genial (supondo que essa hipótese seja verdadeira é claro) é uma herança de governos anteriores, que devido a sua grande eficácia está em vigor até hoje, ela justifica até as obras superfaturadas que vêm acontecendo no decorrer da história de nossa cidade. Impulsionar a economia me parece ser o real motivo de vivermos nessa bagunça, acredito fielmente que nossa atual prefeita seria incapaz de deixar nossa cidade assim abandonada sem um bom motivo.
A primeira coisa que veio em minha mente foi: “Bando de filhos da puta que roubam o dinheiro todo e fodem com a porra cidade” (perdoem o vocabulário, mas quis reproduzir exatamente o que eu pensei), mas é claro que após algum tempo pensei em uma segunda hipótese, a mais provável, tão provável que quase a tomo como verdade absoluta, a hipótese de que a prefeitura de Campos em tempos de crise mundial decidiu fazer de conta que não sabe sobre o estado deplorável das ruas (que são esburacadas por construtoras e levam anos para serem reparadas, e quando são, nos deparamos com aquelas emendas mal feitas que fazem com que o asfalto pareça com uma rua de paralelepípedo). Isso soa de forma revoltante, entretanto, a nossa revolta logo acaba quando percebemos que isso foi uma estratégia brilhante para impulsionar as empresas relacionadas a automóveis, parem pra pensar no quanto lucra uma empresa de suspensão de automóveis por exemplo.
Pelo visto essa idéia genial (supondo que essa hipótese seja verdadeira é claro) é uma herança de governos anteriores, que devido a sua grande eficácia está em vigor até hoje, ela justifica até as obras superfaturadas que vêm acontecendo no decorrer da história de nossa cidade. Impulsionar a economia me parece ser o real motivo de vivermos nessa bagunça, acredito fielmente que nossa atual prefeita seria incapaz de deixar nossa cidade assim abandonada sem um bom motivo.
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sábado, 28 de março de 2009
Em que verdade acreditar?
Durante muito tempo de minha vida defendi com unhas e dentes a idéia da redução da emissão de CO2 na atmosfera. Ainda defendo é claro, mas hoje me questiono sobre a real importância dessa redução.
Em uma conversa rotineira com um amigo descobri que ele possuía uma prima a qual era formada em geologia pela UFRJ, e que ela havia dito que tudo o que dizem sobre o aquecimento global é mentira, o dióxido de carbono emitido pela queima de combustíveis fósseis contribui é claro para o aquecimento, mas não o suficiente pra gerar todo esse caos que somos induzidos a acreditar. Pois é, mais uma vez a manipulação de informações exercida pela mídia nos deixa em uma situação complicada, sem saber qual é a verdade de fato. É impressionante o poder de domínio que os meios de comunicação possuem sobre a sociedade, faz com que pessoas dediquem suas vidas a uma causa que nada mais é que manipulação de informações.
Em uma conversa rotineira com um amigo descobri que ele possuía uma prima a qual era formada em geologia pela UFRJ, e que ela havia dito que tudo o que dizem sobre o aquecimento global é mentira, o dióxido de carbono emitido pela queima de combustíveis fósseis contribui é claro para o aquecimento, mas não o suficiente pra gerar todo esse caos que somos induzidos a acreditar. Pois é, mais uma vez a manipulação de informações exercida pela mídia nos deixa em uma situação complicada, sem saber qual é a verdade de fato. É impressionante o poder de domínio que os meios de comunicação possuem sobre a sociedade, faz com que pessoas dediquem suas vidas a uma causa que nada mais é que manipulação de informações.
sábado, 21 de março de 2009
Rede Blog
Voltando à introdução de minha história no Rede Blog: Como um bom moleque atirado a blogueiro decidi participar desse tal de Rede Blog e tentar opinar sobre alguns temas propostos, entretanto, devido à minha falta de conhecimento em jornalismo e em política, me vejo quase sempre em uma situação constrangedora por não saber o que falar sobre a maioria dos temas propostos. Não leio o Monitor, logo não possuo a menor condição de opinar. Confesso que cogitei a hipótese de esperar o “Urgente” escrever algo sobre o tema pra “roubar” alguns argumentos para fazer o meu texto, mas me dei conta do quanto isso seria ridículo antes de fazê-lo. Desculpem-me.
sábado, 14 de março de 2009
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